quarta-feira, 27 de julho de 2011
Eu sou Gabriel Dorna, tenho 21 anos moro com meus pais na cidade de Zwierzyn no oeste polonês. Minha mãe é advogada e meu pai é engenheiro civil. Meus dias são muitos cheios e corridos, pego um ônibus e um trem até chegar à Faculdade onde estou no sexto período de Nutrição, quando saiu da faculdade vou direto para a academia, passo madrugadas estudando. Aos fins de semana me divirto na casa de campo ou vou para alguma boate com os amigos da faculdade para relaxar. Meu maior sonho é me formar, criar a minha própria independência, casar, constituir uma família, e ser bom no que pretendo fazer. Meu melhor amigo e fiel escudeiro me acompanha desde os 11 anos, o levo para todos os lugares comigo, Lucas é um rapaz de 20 anos, ele faz o mesmo curso que eu, ou seja, passamos grande parte do tempo juntos. Numa manhã de terça feira eu estava seguindo a minha rotina diária, acordei, tomei banho, tomei meu café no clone mix, e fui encontrar com o Lucas no ponto de ônibus, nosso transporte chegou e fomos conversando pelo caminho, Lucas estava muito preocupado com o trabalho de redação que nosso professor de faculdade tinha passado, mas por outro lado ele estava muito entusiasmado com a residência que ele ia começar num hospital conhecido e de prestigio. Chegamos ao metro as 07h30min, já atrasados. Pegamos o nosso trem que leva trinta minutos pra chegar a nosso destino final. No meio do caminho escutamos um barulho que vinha da parte externa do trem, assustado com o barulho, Lucas levantou e saiu em direção ao condutor, o mesmo disse que ele deveria voltar para o seu assento e aguardar, pois teria sido apenas uma leve batida, mas que não influenciaria no percurso. Voltamos para nossos lugares, cinco minutos depois uma nova batida, mas quando vi o trem já havia atingido casas e pessoas, quando olhei para o lado meu amigo Lucas estava desacordado. Em pânico tentei conseguir ajuda, ou ver se havia alguém acordado no trem, todos pareciam dormir profundamente, levantei em desespero e conseguir sair do trem, com o meu amigo no braço, liguei imediatamente pro meu pai em busca de ajuda.
Continuação...
Fomos levados para o hospital, onde fui logo liberado, pois só tive leves arranhões superficiais. Fui avisado duas horas depois que meu amigo Lucas não tinha suportado os ferimentos e havia falecido. Em estado de choque e de profunda angustia, senti minha vida se esvair junto com a morte de Lucas, éramos quase irmãos e pra mim é impossível viver sem ele, então tomei uma importante e difícil decisão em minha vida, deste modo deixo essas palavras em memória de tudo que já vive, espero que seja uma maneira de confortar meus pais e amigos que tanto me amam e se importam comigo. Saibam que também amo vocês. Espero que aceitem, com amor,Eu sou Gabriel Dorna, tenho 21 anos moro com meus pais na cidade de Zwierzyn no oeste polonês. Minha mãe é advogada e meu pai é engenheiro civil. Meus dias são muitos cheios e corridos, pego um ônibus e um trem até chegar à Faculdade onde estou no sexto período de Nutrição, quando saiu da faculdade vou direto para a academia, passo madrugadas estudando. Aos fins de semana me divirto na casa de campo ou vou para alguma boate com os amigos da faculdade para relaxar. Meu maior sonho é me formar, criar a minha própria independência, casar, constituir uma família, e ser bom no que pretendo fazer. Meu melhor amigo e fiel escudeiro me acompanha desde os 11 anos, o levo para todos os lugares comigo, Lucas é um rapaz de 20 anos, ele faz o mesmo curso que eu, ou seja, passamos grande parte do tempo juntos. Numa manhã de terça feira eu estava seguindo a minha rotina diária, acordei, tomei banho, tomei meu café no clone mix, e fui encontrar com o Lucas no ponto de ônibus, nosso transporte chegou e fomos conversando pelo caminho, Lucas estava muito preocupado com o trabalho de redação que nosso professor de faculdade tinha passado, mas por outro lado ele estava muito entusiasmado com a residência que ele ia começar num hospital conhecido e de prestigio. Chegamos ao metro as 07h30min, já atrasados. Pegamos o nosso trem que leva trinta minutos pra chegar a nosso destino final. No meio do caminho escutamos um barulho que vinha da parte externa do trem, assustado com o barulho, Lucas levantou e saiu em direção ao condutor, o mesmo disse que ele deveria voltar para o seu assento e aguardar, pois teria sido apenas uma leve batida, mas que não influenciaria no percurso. Voltamos para nossos lugares, cinco minutos depois uma nova batida, mas quando vi o trem já havia atingido casas e pessoas, quando olhei para o lado meu amigo Lucas estava desacordado. Em pânico tentei conseguir ajuda, ou ver se havia alguém acordado no trem, todos pareciam dormir profundamente, levantei em desespero e conseguir sair do trem, com o meu amigo no braço, liguei imediatamente pro meu pai em busca de ajuda.
Gabriel Dorna.
Paulo soares.
terça-feira, 7 de junho de 2011
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Somos seres de sentimentos escuros, fantasmas noturnos que choram pelas tristezas que os devoram, nossos pensamentos obscuros. Nossas almas melancólicas vagam pela noite sombria em busca de alegria ilusória perdida nas sombras exóticas... Vida destruída por desilusões. Por favor não tenha medo de uma alma que é triste e amaldiçoada, trajando quase sempre o luto, somos o estranho fruto de um mundo feliz que não existe.
terça-feira, 31 de maio de 2011

Não sou nada especial; disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comum, e vivo uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome em breve será esquecido, mais amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou.
Noah calhoun
Meus momentos difíceis parece que nunca vai passar, mais diz a frase "nunca desista do amor" até quando, até quando...
quinta-feira, 26 de maio de 2011

"Sabe o que eu sinto? Tem duas coisas me puxando, dois tipos de vida — e eu não quero nenhum deles. Quero um terceiro, o meu. Que ninguém tá curtindo. [...] — não tô conseguindo viver como eu gostaria — e não tenho coragem de ficar sozinho e tentar, você me entende? Acho que não. Eu vou levando, tenho horas de soluções drásticas, vou levando. Mas não sei até quando. [...] E eu fico muito comigo mesmo nisso tudo — cada vez mais sufocado, mais necessitado que pinte um VERDADEIRO ENCONTRO com outra pessoa, seja em que termos for. Parece que ou eu ou os outros não somos mais tão disponíveis. Será que estou fechando, perdendo a curiosidade? Eu não sei. Vou dormir. Amanhã te escrevo mais um pouco."
Nunca desista de alguém que você não consegue passar um dia inteiro sem pensar a respeito
PS: Desculpa eu ter ficado um pouco ausente, pois estou mim desfigurando pouco a pouco, por amar e não ser amado...
sábado, 12 de março de 2011
Caio Fernando de Abreu
Ao som de Suzane Vega:
"Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. Perdoem excessivas, obscenas carências, pieguices, subjetivismos, mas preciso tanto e tanto. Perdoem a bandeira desfraldada, mas é assim que as coisas são-estão dentro-fora de mim: secas. Tão só nesta hora tardia – eu, patético detrito pós-moderno com resquícios de Werther e farrapos de versos de Jim Morrison, Abaporu heavy-metal -, só sei falar dessas ausências que ressecam as palmas das mãos de carícias não dadas. Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como – eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da conha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão. No meio da fome, do comício, da crise, no meio do vírus, da noite e do deserto – preciso de alguém para dividir comigo esta sede. Para olhar seus olhos que não adivinho castanhos nem verdes nem azuis e dizer assim: que longa e áspera sede, meu amor. Que vontade, que vontade enorme de dizer outra vez meu amor, depois de tanto tempo e tanto medo. Que vontade escapista e burra de encontrar noutro olhar que não o meu próprio – tão cansado, tão causado – qualquer coisa vasta e abstrata quanto, digamos assim, um Caminho.
Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios – que importa? (Mas finjo de adulto, digo coisas falsamente sábias, faço caras sérias, responsáveis. Engano, mistifico.
Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio – viria? virá? – e minto não, já não preciso.) Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço.Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido.
Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã."
Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios – que importa? (Mas finjo de adulto, digo coisas falsamente sábias, faço caras sérias, responsáveis. Engano, mistifico.
Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio – viria? virá? – e minto não, já não preciso.) Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço.Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido.
Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã."
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Só

As vezes eu penso que ninguém gosta de mim, ainda vem alguns e mim fazem de palhaço e nem liga para meus sentimentos, diz que gosta de mim mas mim troca sempre, só quer mim ver quando não tem mais ninguém para conversa, as vezes penso que o erro sou eu, é isso o erro sou eu, para que o mundo precisa mais de um erro, eles são esquecidos e apagados ...mim sinto só.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
- Cαnsei de preconceito,

Estilo não define cαráter, αpenαs personαlidαde, αs pessoαs não entendem que todos temos que ser diferentes, pq se todos forem iguαis o mundo seriα umα tédio mαior αindα, tribos só existem pelαs diferençαs, pq simplesmente pessoαs não se αceitαm, não podemos fαlαr sobre o estilo dos outros, pq estilo cαdα um tem o seu, prα que preconceito? O mundo seriα muito melhor se isso não existisse, se pessoαs não fossem mortαs todos os diαs por cαusα de não serem αceitαs pelα drogα dα sociedαde que só sαbe criticαr, que fαlαm sem αo menos sαber se αquilo significα reαlmente o que pensαm, bem que dizem que preconceito é opinião sem conhecimento.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Refletindo

As vezes agente precisa ter um momento sozinho, para refletir sobre o mundo para ver quem são seus amigos de verdade e tudo mais, eu até mesmo gosto de ficar sozinho na maioria das vezes, quando um amigo te faz uma coisa que você não gosta e continua fazendo e você pede para ele para, todos riem da sua cara te deixado cada vez mais triste, mais eles nem estão ligando para o que você está sentindo e depois vem pedindo desculpa dizendo que era brincando e que você deve levar as coisa muito a sério não, mas velho não sei se vou levar isso a muito tempo quando eu para de falar com vocês não critique.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Eu não entendo porque as pessoas ficam felizes quando voltam as aulas, pra mim mesmo vai ser horrível encontrar as mesmas pessoas com as mesmas conversas e eu ali nunca mim encaixando em nem um grupo, pois todos são chatos e muitas vezes hipócritas, já estou vendo meu lindo ano, vou mim esconder de todos e de tudo assim ficarei melhor no meu mundo.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Amar...O ruim de amar alguém sem ela saber, é você alimentar a vontade de querela um dia, a menos que você se esforce, lute, batalhe e no final mesmo assim acabe perdendo a guerra e deixa-a nos braços de outro, passando várias noites sem dormir, sem ter outro pensamento, tentando a esquecer no vício do álcool, se desfigurando de pouco em pouco, até que enfim morre lhe deixa uma carta dizendo que ama e nunca vai esquece-la.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

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domingo, 2 de janeiro de 2011

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E meio de uma tarde e outra eu percebo que estou sem ninguém, em um grupo de amigos assistindo filmes, vejo que a solidão estar batendo em meu coração vejo que aquele momento naum era para estar acontecendo, que não estou mim sentindo bem com aquelas pessoas, e não é o fato de ser aquelas pessoas... mim sentir tão frágil perto deles, como se eles fossem enormes elefantes e eu um pequeno grão, em que eles podem pisar e nem está nem ai, com o que o grão vai sentir, as vezes penso em mim matar sinto tanta vontade, pois pensando bem o que estou fazendo no mundo, ninguém senti minha falta nem gostam de mim, tento ser alegre o máximo que posso por fora, para que eles não venha depois com um enorme questionário sendo a pergunta principal: Por que você esta assim ?, então levo ao máximo essa vida sem alegria e inútil só para alegar ou outros, na verdade estou meio em dúvida ou sei lá, se parto para outra vida ou não, enfim o que mim resta é mim afundar em um lago de tristeza tentar esquecer minha dor só, pois...........ninguém escutar minha dor.
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